02 abril 2015

33º dia - Alimentação no Brasil

Ando a investigar, penso que a água salgada de Florianópolis tem depuralina na sua composição, noto que tem ajudado bastante na aspiração das minhas gorduras localizadas. Por outro lado a alimentação tem sido fundamental. Ando a alimentar-me de forma mais saudável que o normal, sem querer. Mesmo em supermercados há poucos doces, gorduras saturadas, fast foods e etc. Os corredores maiores são compostos por vegetais e imensas variedades de fruta. Uma curiosidade, sabiam que aqui existe bananas de maçã? Sim, e são muito boas! Sabiam que em cada estabelecimento e nas ruas há sempre bebedouro com água tratada e gelada? Excelente! 
Quem me conhece sabe o quanto odeio saladas seja do que for, sabe que odeio feijão, grão e ervilhas. Frutas gosto mas a fome passa só de pensar que tenho que as descascar. Por exemplo, odeio melão. Nunca mais me esqueci da primeira vez que me obrigaram a provar melão... comecei a sangrar do nariz. Isso! As minhas reacções "alérgicas" manifestam-se de forma diferente das vossas. Vocês espirram, eu sangro. (não sejam ignorantes tá?) E saladas? Eu sinto que estou a comer ervas diretamente da terra. Não me sacia a fome, não me dá gosto nenhum. Sim, eu sei que a saladinha faz muito bem e bla bla bla. Eu gostava de gostar mas que querem que faça? Vocês também gostavam de gostar de correr, de se exercitarem até ao limite e não gostam, olha. 
A parte boa é que eu descobri que o feijão até não é tão mau assim e a salada de chuchu e repolho é uma boa aposta. Ahhh e abacaxi?? Como às colheres como faço com a melancia! Já provaram açaí com granola? De comer e chorar por mais! E caldo de cana? Valha'me nossa senhora!
Para terem uma ideia de uma alimentação habitual no hospital onde estou a estagiar apresento-vos uma fotografia que tirei (ainda nao vi por aqui batatas fritas, ou são cozidas ou batata palha). Mostro-vos também umas mini-compras que fiz só para verem como a vossa amiga anda a mudar os hábitos alimentares. As pessoas que vão ficar mais surpreendidas e felizes da vida são a minha mãe, a minha avó, e o meu personal trainer, sem dúvida. A minha mãe porque a oiço todos os santos dias sobre o que devo ou não comer para não perder peso, a minha avó que insiste em numerar os benefícios da fruta na prevenção de doenças desde nasci, e o meu personal trainer que faz questão de perguntar o que como todos os dias. Mas eles que não pensem que quando chegar a Portugal isto se mantém... o meu estômago vai tirar férias.




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